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A pele sensível e a sua incidência

A pele sensível...e a sua incidência

 

UMA PELE ULTRA SENSÍVEL…

Desde há muito tempo subestimada, a síndrome da pele sensível tem sido finalmente reconhecida na nossa realidade. Apesar da relação entre a pele sensível e a idade ou tipo de pele ainda serem debatidas, já é consensual entre os dermatologistas os sintomas que ocorrem neste tipo de pele. Assim, surgiu uma definição oficial estabelecida pela “International Forum for the Study of Itch” (IFSI).
A PELE SENSÍVEL é uma síndrome definida pela ocorrência de sensações desagradáveis (ardor, sensação de queimadura, comichão e irritação), podendo ou não ocorrer vermelhidão, em resposta a um estímulo que não deveria provocar reação. A síndrome pode afetar todas as partes do corpo, incluindo o rosto.
Em parceria com o professor Laurent Misery, um especialista na área da pele sensível, o laboratório dermatológico Bioderma realizou em 2017 o primeiro estudo observacional e epidemiológico de larga escala com 5000 pessoas para compreender e quantificar o impacto de uma pele sensível. Este estudo revelou que existe um impacto real na qualidade de vida e que leva a alterações no comportamento quotidiano destes utentes. Estes vestem-se de forma diferente, procuram cuidados mais específicos, que possam ser utilizados na sua pele sensível, levando também a um impacto psicológico. Os diferentes estudos epidemiológicos mostram que o número de pessoas que afirmam ter uma pele sensível tem vindo a aumentar mundialmente, em cada ano.

UM FENÓMENO MUNDIAL E EM PROGRESSÃO

O primeiro estudo sobre as pele sensível teve lugar na Grã-Bretanha em 2001. Posteriormente, foram realizados vários estudos epidemiológicos em diferentes regiões do mundo e os resultados revelaram-se constantes.

+35 % nos Estados Unidos

Segundo 4 estudos sucessivos, a prevalência da pele sensível na população aumentou de 50% em 1998 para 85% em 2011 nos Estados Unidos.

 

62 % das mulheres na China e na Coreia do Sul

Diferentes estudos realizados após o ano 2000 revelaram a importância da síndrome “pele sensível” nos diferentes países da Ásia, entre os quais China e Coreia. Existem duas causas principais para este aumento: o excesso de trabalho e o stress em 27,82 % e os agentes poluentes em 24,72%.

1 francês em cada 2!

Em França, os vários estudos epidemiológicos realizados pela Bioderma revelaram resultados surpreendentes: 66% das mulheres e 51,9% dos homens declararam que têm uma pele “muito sensível” ou “sensível”, enquanto que no estudo comparável de 2004 os resultados tinham sido de 59,3% e 43,7%, respetivamente.

 

AVISO DE SENSIBILIZAÇÃO GERAL
Os estudos epidemiológicos realizados pela Bioderma revelaram que as peles claras e jovens, entre 15 e 34 anos, são as mais afetadas. No entanto, a síndrome da pele sensível pode afetar qualquer tipo de pele e não apenas as mais claras e frágeis. Em França, tal como nos Estados Unidos, ocorre todos os dias, cada vez mais, o aumento da prevalência da sensibilidade cutânea.

 

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